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Eles não conheceram o Walkman

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headphone

O fone de ouvido foi inventado no começo do século passado e, por volta de 1958, graças a John C. Koss, passou a produzir som estéreo visando o auxílio na produção musical.

Em 1979, aliando um reprodutor portátil de fitas K7 a um par destes fones de ouvido estéreo, a Sony lançou o Walkman, o primeiro aparelho a criar uma experiência musical extremamente individual. Com sua chegada, é correto dizer que mudaram-se completamente os hábitos musicais, uma vez que cada pessoa passou carregar e ouvir seus sons preferidos e, principlamente, sem incomodar outras pessoas.

walkman

Primeiro Walkman lançado. (1979)

O problema (?) é que a tecnologia evolui.

Em 1984 é lançado o Discman, também da Sony. A partir daí, os avanços tecnológicos foram significativos, culminando na invenção, em 1998, do MP3 Player; em 2001 do famoso Ipod, da Apple; e de telefones celular com reprodução de música e tv digital que mais se assemelham a qualquer outra coisa, menos a um telefone celular.
ipod

Ipod quarta geração, com seu cultuado fone branco.

O problema desse avanço tecnológico é que os celulares modernos "retiraram" a opção sem incomodar as pessoas, fornecida - e muito apreciada - pelo Walkman original. (os celulares Sony Ericson com reprodutor de MP3 também pertencem a linha Walkman.).

As novas gerações, "educadas" na tecnologia moderna, desconhecem a experiência musical individual. Eles parecem não ter sido devidamente apresentados ao fone de ouvido. Consequentemente, somos obrigados a "curtir" o som deles no buzão, no metrô, na sala de espera de alguma coisa. Dá vontade de pegar o aparelho e jogar longe. E depois reclamam da violência!

Contribui - é claro - à minha indignação o fato de, normalmente, os aparelhos estarem emitindo algum som ruidoso parecido com funk, pagode, sertanejo, entre outros. Mas mesmo que fosse a melhor música do mundo, eu definitivamente não sou obrigado a escutar a música alheia. Não sei o que é pior: ser incomodado na viajem de ida, quando ainda estou dormindo, ou na de volta, quando estou cansado e extressado.

Só posso deixar aqui o meu apelo: Por favor, para o bem da humanidade (peguei pesado ein!) usem o fone de ouvido.

OBSERVAÇÕES:
¹ Eu queria muito ter falado mais sobre a invenção do fone de ouvido, mas é muito difícil achar informação sobre o tema.
² Obrigado à @_danieleribeiro, que apesar de me acusar de não saber usar o google ser mal pesquisador, me mandou um link que não me serviu de nada. Brincadeira Dana, você ajudou pra caralho..
³ Outro obrigado à @mariliasiqueira, pelo auxílio na minha incansável busca. (?!).

O que vem depois?

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Nos últimos anos, muito tem se discutido sobre o futuro dos livros e jornais impressos. A cada novidade, especialistas se questionam se é chegada a hora de aposentar antigos conceitos e embarcar de vez na tecnologia.

Para aquecer ainda mais a discussão, surge esse carinha bonitinho aí em cima, o Kindle 2. Ele é a segunda - obviamente - versão do leitor de e-books criado pela Amazon. O que o diferencia da primeira versão é que ele não lê somente e-books, mas também jornais e blogs.



Muitos ainda defendem o charme da leitura de jornais impressos - sujando a mão mesmo - e da magia do livro, com sua leitura folha a folha, assim como seu valor como objeto. Outros, entretanto, já dão como passada a hora de sua aposentadoria. Mas e então, o que irá acontecer?

Não sou a Mãe Diná, portanto não faço idéia do que irá acontecer, mas posso dar a minha humilde opinião:

Jornais e blogs:

Cada vez menos as pessoas procuram os jornais impressos para se informar. O nosso querido jornal não representa hoje a informação nova, o furo de reportagem. Com os constantes avanços tecnológicos o impresso tornou-se cada vez mais o jornal de ontem - ou com as notícias de ontem. Quem procura coisa nova acessa a internet. Claro que muita gente não tem tempo para estar se atualizando constantemente e somente a leitura diária dos jornais é sufuciente. Mas para isso, na minha opinião, o Kindle se encaixa perfeitamente.

Esse fato não decretaria, como muitos dizem errôneamente, o fim do jornalismo. Mas eu acredito que a mídia impressa não se sustentará por muito tempo mais. Assim que publicidade e mídia eletrônica entrarem em sintonia, penso eu que a migração se dará de vez para os meios eletrônicos.

Quanto aos blogs ele ainda parece restrito, mas seria fantástico tê-lo como uma espécie de agregador de feeds. Ou seja, no que diz respeito aos blogs e jornais creio firmemente que um produto como o Kindle poderá ser muito útil e eficiente. Quanto aos livros é outra história.

Livros:

No que diz respeito aos livros, eu sou um dos defensores de sua magia. Nada melhor do que ler um livro, do jeito que ele é. Um livro é um objeto que agrega valor e sentimento. Ninguém fica indiferente a ele após sua leitura. O leitor se apega ao objeto.

Além disso, não consigo ler um e-book, pois a leitura à frente do monitor é cansativa - apesar de o Kindle, segundo a Amazon, corrigir este problema. Mas, definitivamente, quanto aos livros, prefiro que fique como está.

Outra questão levantada seria que o preço dos e-books seriam muito inferiores aos dos livros normais. Mas, sinceramente, não acho que o preço influencie no apreço ou não pela leitura. O problema da falta de leitura vem da falta de instrução, com nenhuma ou pouquíssima influência econômica.



Entretanto, para livros escolares, acho uma excelente idéia, pois assim um estudante não precisa carregar trocentos livros diariamente.

Certo mesmo é que somente com o tempo saberemos o que irá acontecer. Só peço que deixem meus livros em paz.

A TV e a caverna

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Vi este quadrinho do Piteco no antigo QMaT, mas após a mudança para a casa nova (que aconteceu em março, ou seja, to enrolando para escrever sobre ele) não consegui achar o post onde o Fred o comentava, e é por este motivo que o link redireciona para o blog e não para o post.

Explicações a parte, vamos em frente.

O quadrinho em questão faz referência ao Mito, ou Alegoria da Caverna, que é uma parábola escrita por Platão, por volta de 380-370 a.C. e encontrada na obra intitulada A República.

Antes de me prolongar na explicação do mito, sugiro que leiam a excelente historinha de Maurício de Sousa.

Continuemos.

É claro que à sua época Platão vivia em uma sociedade com muito menos informação do que a que temos hoje em dia, mas não por isso podemos dizer que hoje somos mais esclarecidos, como se pode ver no final brilhante proposto no quadrinho.

Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo ilusório das coisas sensíveis, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, corruptiveis, não são funcionais e, por isso, não são objetos de conhecimento.

Preso a falsas crenças, o homem, em sentido geral e em sua maioria, não busca a verdade e, ao não fazê-lo, é iludido por si mesmo em relação ao mundo.

Depois dessa viajada que, se bobear, nem eu entendi direito, vamos ao fim da historinha.

Quantas e quantas vezes você já presenciou alguém sorrindo como um babaca na frente da TV, compartilhando a felicidade ou o drama de um personagem novelístico e, ao mesmo tempo, destratando alguém que o acompanha? Se não foi você mesmo quem o fez. A verdade é que às vezes o tempo que reservamos para "pensar" ou "debater" sobre a vida desses personagens ou dos queridos BBB é infinitamente maior do que o que gastamos para refletir sobre a nossa própria vida. Não que eu seja um babaca que não assiste televisão ou não vê filmes - muito pelo contrário, sou fascinado por cinema - mas devemos perceber que temos nos tornado reféns absolutos das imagens. A sociedade não evolui se estamos todos sentados à frente da televisão.

Um pouquinho de reflexão e leitura não faz mal a ninguém.

Quando falta educação

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Pois é, minha gente. A gripe suína instalou-se de vez aqui no Brasil e, levando-se em conta o rigor com que se combate riscos à saúde por aqui, é bem provável que ela continue se espalhando.

Mas antes de sacrificar os porquinhos, tenho duas considerações a fazer.

Primeiro: Por que se preocupar tanto com essa gripe que chegou agora, e não apresenta um risco de morte muito grande, quando ainda sofremos e falhamos ao combater a dengue, que apresenta um risco muito maior do que a gripe suína? Será que a mídia se importa mais com quem morre lá fora do que quem morre por aqui?
Obs: Só tenho perguntas, as respostas me parecem supraterrenas.

Segundo: Concordo que se deva informar à população sobre os riscos, formas de contágio e prevenção. Imaginem se durante a pandemia causada pela gripe espanhola já dispuséssemos de meios de comunicação avançados como os de hoje. Certamente muitas mortes teriam sido evitadas. Mas por favor, senhores comunicadores, informem direito. A gripe suína, ou nova gripe, ou gripe A, já tem trocentos nomes diferentes. Se gripe suína traz confusão à população, não adotem o nome, ou expliquem direito.

Será que vem mais um?

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Domingo é dia de decisão nos campeonatos estaduais. Aqui no Rio, como todo mundo deve saber, o Flamengo decide contra o time do chororô Botafogo pela terceira vez consecutiva.

E nessa decisão, um personagem em especial se destaca. O zagueirão do Botafogo, Emerson. Autor do gol contra que garantiu a vaga na decisão para o Flamengo, Emerson ainda desviou a bola para dentro do gol do Botafogo no primeiro jogo da decisão. Os rubro-negros apostam suas fichas no beque. Já os alvinegros torcem pela redenção do jogador.

Vai ser um jogão imperdível. Mas imperdível mesmo foi essa charge do Aroeira que saiu hoje no O DIA. Haha. Muito boa.

Esses humanos são foda

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Até na ordem de leitura dos quadrinhos esses humanos querem mandar. Eu ein!
Para ouvir.

Grande oportunidade

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Sabe aquela vontade monumental que você sempre teve de viajar para o exterior? Então essa é a sua grande chance. Não percam a oportunidade. Ou, pelo menos, não deixem de mandar alguém que mereça ir no seu lugar.

O máximo que pode acontecer é você pegar uma gripe!
Essa aí eu não me importaria em pagar para os senhores Senadores, Deputados e afins.
Dica do @malvados

Alma gêmea

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Muitos reclamam de preconceito. Outros até quebram o preconceito. Mas alguns pagam pra vacilar. Questionada sobre a nova condição de “melhor amiga” da ex-BBB infelizmente a maioria só é lembrada assim Juliana Góes, a também ex-BBB fazer o que? Não tenho outro adjetivo Michelle Costa deu a seguinte declaração a um famoso portal de notícias:

“Temos várias coisas em comum. Ano passado, Ju entrou na casa com um pijama igual ao meu, ela participou do concurso 'Musa do Brasileirão' e fizemos Playboy também. Além disso, Juliana é uma pessoa muito educada, já haviam feito comparações físicas entre nós”

Depois reclamam quando dizem que eles não tem conteúdo. Se bem que pra Playboy elas tem... e bota conteúdo nisso.

Agora entendi porquê ela deu uns pegas no Alemão. Afinal, eles fizeram Paparazzo, né?!

Ó pai Óbama

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Lula tirou onda. Apontado por Obama como o político mais popular da terra, ele agora é "o cara".
- That's because he's good look. Declarou Obama.
Pelo menos nessa o Lula acertou. Obama tá com uma pinta de baiano...